sábado, 21 de abril de 2018

Tempo outonal-PoeRima



Choram as árvores desnudas
Choram as folhas mortas no chão
Choram os pássaros com a muda
Choram com a prometida transição.

Célebre façanha das andorinhas
Com asas tão pequeninas
Com uma expressiva leveza
Cruzam céus, enfrentam frieza.

Assim acontece o outono
A linda estação desnudante
A tarde morna revigorante
À noite, momento monótono.

Como se o Outono não passase
Como se o verde não mais voltasse
Como se a vida também sessasse
Como se o tempo, as árvores castigasse.

Diná Fernandes

quarta-feira, 28 de março de 2018

domingo, 25 de março de 2018

Perdido! (Sem a vogal A)

Estou perdido e sem dono
No mundo de ilusões.
Perdi todo vigor,
Corpo sem tônus
Sem equilíbrio,
Sem emoções.

Oh mulher! Foste comigo,
cruel, criou bobo conflito,
Deixou-me como mendigo
Nesse sofrer infinito.

Pensou, confirmou o que nem existiu,
Criou um leque de mistérios,
Sumiu com o vento, explodiu
meu mundo sem nenhum critério!
Que tremendo reverbério...!

dinapoetisadapaz

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Duetando_ PoeRima

Com carinho dedico estes singelos versos às duas poetamigas
Fernanda Xerez?Norma Silveira

PoeRima é um Experimntal criado pela Escritora e poetisa Fernanda Xerez


Duas mestras da poesia
Derramam aqui suas rimas
Dedilham com harmonia
Duetos que são obras prima

Duas amigas queridas
De linhagem semelhante
Dão às palavras, forma e vida
Ditam versos interessantes

Da alegria à tristeza
Do choro ao sorriso
Das belezas da natureza
Do céu ao paraíso

De qualquer tema
Do soneto ao Cordel
De certo vem poema
Desenhado no papel

Duas mentes pensantes
Deslanchando pensamentos
Desejam seguir em frente
Duetando seus argumentos

dinapoetisadpaz

Com carinho recebo a Interação da Criadora do Experimental PoeRima,
Fernanda Xerez
DUETO FARÁ SUCESSO

Diná, mas que linda e doce surpresa
Deveras és a personificação a gentileza
Divino este teu PoeRima, uma beleza
Deixo meus parabéns direto de Fortaleza

Daremos o melhor de nós nesta brincadeira
Dona Minina Norminha poetisa de primeira
Desfila no Recanto toda linda e faceira
Decanato Poético obra prima verdadeira

Duas poetisas vão sair em capas de revistas
Delicadeza e amizade unem estas Recantistas
Deixam ''mimos'' por onde passam, otimistas
Dueto fará sucesso e ganhará entrevistas

(Fernanda Xerez)

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Paixão Oculta- Enlaces Disticus)













Sinto por ti algo mais que admiração
Que fazer para tocar teu coração?
Será que teus olhos não percebem
O quanto os meus, algo te dizem?
Meus sentires desabrocham como flor
Fico a rascunhar lindas cartas de amor
Loucuras mil povoam o meu ser
Há um desejo visceral de te ter
Mas, não vejo em ti acessibilidade
E me afogo nas minhas ansiedades

Não abro mão desta paixão!

dinapoetisadapaz

Interação da Escritora e poetisa Fernanda Xerez

PRONTO, FALEI!

É puro, lindo e sincero este amor
E saiba, vou contigo seja onde for
Quando te conheci logo me apaixonei
Passei a ser rainha, tu és o meu rei
Te amar me traz felicidade e alegria
És tu, amor, o verso da minha poesia
Eu sou uma mulher muito apaixonada
Vivo sonhos de amor em conto de fada
amor é tudo de melhor na minha vida
És amado eu sou tua esposinha querida

Pronto, falei! assinado: Flor
(Fernanda Xerez)

domingo, 21 de janeiro de 2018

Persistência


Se a vida fosse como um mar de rosas
Onde buscar inspiração para uma prosa?
Que as quedas nos ensine a levantar sozinho
A persistência afasta as pedras do caminho
A estrada tem curvas , retas e desvios
Viver, errar ,acertar e corrigir é um desafio
Faz parte da curiosidade e índole do ser humamo
E por isso, passível de cometer engano
É preciso estar atento para não repetir
Aquilo que a nossa moral venha ferir

Em qualquer contexto a vida é sempre preciosa!



Experimental criado pela poetisa Aila Brito

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Adeus solidão (Enlaces Disticus)




















Algo que eu não esperava,
Em segredo se preparava.
Um amor para meu coração,
Chegou, manipulou minha razão.
Sem pensar nas consequências,
Adentrou com abundância,
Mandou embora a tristeza.
Ordenou com presteza,
Que amor não correspondido,
Deixa o coração ferido.

E a solidão que eu decantava,
Deu-me adeus... E chorava!


Experiemntal criado pela poetisa Aila Brito